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| Muito obrigado pela sua questão de forma simples, franca e direta. Dado o avolumar de convites internacionais no território sobre a administração da DSA, e respeitando a autoridade e boas relações com a liderança do campo (como sempre buscamos fazer), demonstrou-se oportunamente apropriado, evitar qualquer tipo de desconforto ou propagação de mal-entendidos e entrar diretamente em contato com a liderança do campo, para um posicionamento. A administração da DSA direcionou-nos para o seu responsável doutrinário, o reputado Pr. Alberto Timm, que atenciosamente nos recebeu (a mim e à milha família) no dia 5 de Novembro de 2009, para uma conversação de cerca de 4 horas, durante as quais dialogámos sobre vários aspetos doutrinários e relativos às atividades do nosso projeto missionário. Tendo sido esclarecidas as questões quando ao nosso total alinhamento com a Igreja, a liderança pronunciou-se como não vendo nenhum impedimento para o nosso envolvimento com a Obra da Igreja no seu território, e, respeitando o estipulado no Manual de Igreja, deixou a cada campo a liberdade Administrativa para decidir sobre a nossa colaboração, não tendo, da parte dela como liderança, nenhuma restrição ao meu "livre acesso a todos os púlpitos desse território", nos parâmetros institucionais. A todos os que a têm contatado, solicitando informações, ela tem reiterado essa posição, bem como encaminhado uma carta aberta que solidifica essa posição, a qual, está em consonância com as posições da esmagadora maioria dos campos por onde temos passado mundialmente (confirmadas por várias cartas de recomendação), incluindo no território onde somos membros. Atenciosamente. |
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| Caro Gustavo, sinta-se livre para entrar em contato! ;) E-mail: danielspencer@planoriginal.org Tel.: (+55) 11 3020 3424 Skype: Planoriginal |
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| Eu referi esse comentário na palestra apenas a título de curiosidade. Como eu disse na palestra, "dizem", apenas ouvi alguém citar isso, já faz muito tempo. Achei interessante e citei, não por ser relevante ou como um fato (como referi na palestra), mas, apenas por curiosidade. Esse é um caso em que não tenho nenhuma referência nem é um fato comprovado. :) |
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| Caro Emerson. Obrigado pela participação. Sinta-se à vontade para contribuir naquilo em que crê que pode ser aprimorado o conteúdo. Com relação às sua colocações: 1) Não me preocuparia se esse detalhe estivesse errado, pois isso não retiraria o contexto geral do filme, com todo o conjunto de pacotes de conceitos fora do foco. Mas, ainda assim, isso não explicaria o olhar comprometido e surpreso de Maria, perante algo que se apresenta para ela, como claramente fora do normal. Tanto que ela muda a sua expressão, após se aperceber de que há ali uma "revelação". Caso contrário, ao ver o soldado em cima da cruz, ela ficaria mais, perturbada ainda, e não mais calma. Além disso, o filme dá claramente a entender que os soldados continuaram a sua atividade normalmente, sem se aperceberem sequer daquela "manifesação sobrenatural particular". Se observar com atenção, verá que a câmera faz um movimento de "traveling" dos pés do soldado para a base da cruz, enfatizando o fato de ela estar suspensa e realçando a não percepção do soldado. E interessantemente, ao ser virada de costas, se vêm as marcas da cruz na terra (supostamente do primeiro contato de frente) e ela fica realmente a tocar no chão e não presa a nada, tal como não estava na posição anterior. Observe com atenção! ;) 2) Sem querer ser detalhista, ou "achar defeitos", mas, Apenas a título de partilha, a música diz: "Espírito Santo ore por mim... / ...vem orar por mim ": Deus (O Espírito Santo) não precisa de orar. Nós é que precisamos de orar sem cessar, e não transferir essa responsabilidade para Ele. " ...Leve pra Deus... " : seria melhor "Leve pr'O Pai, ou pr'á a Divindade", Senão, O Espírito Santo, que também é Deus, torna-se um elemento alheio. "...Espírito Santo use as palavras Que eu necessito usar... " O Espírito Santo pode purificar as palavras imperfeitas que eu uso numa oração, mas, não faz a oração correta em meu lugar. "...Vem interceder por mim... " Um pequeno desencontro. O Espírito Santo é chamado para VIR interceder, em vez de IR interceder, (ele deveria levar a oração feita e não vir fazer a oração). Mas, Enquanto isso, "...o meu clamor está subindo " " Todas as coisas cooperam pra o bem Daqueles que amam a... ...Deus" =Divindade=Os três elementos que Operam a Salvação, e não apenas um d'Eles." "Estou clamando, estou pedindo [ao Espírito Santo. Mas digo que...] ...Só Deus sabe a dor que estou sentindo " O Espírito Santo também é Deus, Ele também sabe. Porque não dizer então "você sabe a dor...". O (con)texto Bíblico diz que "segundo a vontade de Deus, é que [O Espírito Santo] intercede pelos santos." Rm 8:27. Revela que existe uma unidade de propósito entre O Pai, (O Filho) e o Espírito Santo. Detalhes à parte, Não julgo a consciência do autor, mas, no seu conjunto de colocações de palavras, a música expressa uma certa "confusão" quanto às funções de cada membro da Divindade. Afinal, o próprio autor afirma "Não sei como devo pedir ". Nesse caso, Deus pode até atender, mas, no nosso caso, creio que devíamos ter mais consciência. ;) Mais uma vez, obrigado pelas colocações. Não estou livre de falar alguma "besteira", o que importa é que o contexto geral seja assimilado. |
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| Não tenho por hábito debruçar-me sobre nomes e obras, mas, conceitos e exemplos. No entanto, com relação ao seu pedido e, independentemente do conteúdo das palestras, mas, a título pessoal, atenciosamente apresento as considerações solicitadas. Achei os vídeos muito agradáveis e interessantes. Com relação à constituição das músicas apresentadas. Parecem-me alegres e animadas, mas, estruturalmente, creio eu, sem problema algum. Apresentam, apesar do aparato do espectáculo e do maestro, um estilo de música tradicional popular, e uma alegria e danças "inocentes". Não tenho no entanto dados suficientes para analisar os valores temáticos que elevam. Especialmente quanto à segunda, "Zorba", aparenta ter base de referência nas obras de "Nikos Kazantzakis", que usou também o estranho pseudónimo "Karma Nirvami". Entre as quais se contam as novelas "Alexis Zorba" (1946), "Cristo de novo Crucificado" (1948) e "A última entação de Cristo" (1951). Talvez esses fatores possam representar algum motivo para cautela, sugiro então uma análise mais cuidada e detalhada desses aspetos. Embora a estrutura das músicas em si, não me pareça ter problemas de maior (como uma música secular, é claro). Um abraço e boa música! Quem sabe nos veremos em Brasília ;) |
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Identidade
Missionary Exchange and Personal Ministry
Intercâmbio Missionário & Ministério Pessoal
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Questions, Answers and Doubts About the Content Shown.
Dúvidas, Perguntas e Respostas Acerca dos Coonteúdos Apresentados.