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| Olá Romulo. Eu me lembro, sim! Vi o seu CD e achei bem interessante. Entretanto já tive várias saídas longas para palestras na Europa, o que dificultou o avanço desse processo, mas, pode enviar-me um mail com o pedido das imagens que deseja exatamente, por favor, que eu remeterei! ;) dialog@planoriginal.org |
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| Fica dado o recado! Concerteza, se alguém de lá lêr, irá entrar e contato! Se não, faça uma visita surpresa! ;) |
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| Conheço apenas algumas mensagens dele e emitirei uma opinião meramente pessoal e primária. Achei muito interessante a abordagem racionalista e a forma como quebra paradigmas. Gostei especialmente da palestra sobre a criação e a existência de Deus. Penso que esse tipo de abordagens pode ter o seu espaço, lugar e público alvo. Apenas como uma fase de um processo. Para alcançar ateus, alargar horizontes, etc... mas, como conteúdo de nutrição espiritual, vejo algumas ressalvas. 1- Deixa as pessoas num campo muito "intelectualizante" da aceitação da verdade. Uma postura que lhes permite aceitar a mensagem racionalmente, sem se render espiritualmente a ela ou deixar que ela mude a sua vida. 2-Trabalho muito à base de Premissas lógicas e pouco à base da palavra, usando esta apenas como uma base de partida para teorias que, embora interessantes, não passam de filosofias. As quais alguém pode muito bem elaborar para racionalizar conceitos opostos. 3-Não creio que devam passar de abordagens curiosas, ou para não conversos, não para uma regularidade de nutrição espiritual. Os crentes precisam de algo mais sólido para a solidificação da sua santificação, e, especialmente nesta fase, devemos buscar algo que nos subjugue espiritualmente (não apenas racionalmente) e dinamize a muvolução espiritual e mudança de progresso na nossa vida. 4- Corre o risco de se tornar um enterteinment religioso, como um sermão talkshow, que agrada muito, mas, não me muda espiritualmente. Até mesmo falando de pregadores de outras denominações, recomendaria mais Paul Washer, Leonard Ravenhill, David Wilkerson, etc... Homens que creio serem usados por Deus para despertar os Evangélicos e prepará-los para receber o Alto Clamor. Mas, que claro, n recomendaria a ateus, por exemplo, onde Rob Bell já se encaixa melhor. Mas achei interessante. |
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| Toda a região de Minas, Espírito Santo e Bahia, foi bem percorrida no início do nosso trabalho no Brasil. Estivém por Vitória, Vila Velha e algumas regiões de interior, mas, neste momento não temos nada agendado para essa região. É uma questão de se estudar essa possibilidade. Quem trata dessas questões é a Sarah (minha esposa). Queira por gentileza enviar-lhe um mail para agenda@planoriginal.org com dados e objetivos, pois estamos finalmente conseguindo colocar as respostas aos mails em ordem e resolver as pendências. |
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| Obrigado pela consideração, mas, humilde e sinceramente não me sinto um especialista em questões doutrinárias ou de ritual do santuário. Por isso, responderei na perspectiva de um mero membro que dá testemunho da sua fé, com base na escritura. Cristo é "o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1:29) não o bode que leva finalmente os pecados. Veja como não faz sentido a própria explicação do autor do artigo no site; Se esse bode representasse a Cristo, isso sigificaria que, depois de ele ter pago a pena no altar dos sacrifícios, como cordeiro levando os pecados do povo, esses pecados transpostos para o santuário, estariam sendo novamente recolocados sobre Ele, como bode, e Ele iría ser abandonado e morrer para sempre, ou carregar para sempre os pecados, (o que o separaria eternamente do Pai). Cristo pagou a pena, mas, os nossos pecados (que O levaram à morte e separação do Pai), segundo o próprio ritual do santuário, são transpostos. Repare; eles foram transpostos do pecador para O Cordeiro, ficando o pecador purificado, O Cordeiro levou os pecados e pagou a pena, transpondo-se essa mancha para o santuário, que ao fim de 2300 tardes e manhãs também tem de ser purificado, e é purificado transpondo essa mancha para o originador do problema, que, será consumido para sempre, pela mancha do pecado de todos os que aceitaram a remissão de Cristo, e pelos próprios, que recaiem então sobre ele, sem nenhuma forma de remissão ou purificação. Cristo "tomou" sobre Si o nosso pecado, para remir a nossa culpa, pagar a nossa pena e resgatar a nossa salvação, porque só Ele poderia ser aceite pelo Pai como substitudo e Modelo perfeito para a Humanidade. Ele não o fez para que permaneçam n'Ele essas manchas para sempre (só as marcas ficarão, o pecado será irradicado). Elas são passadas "a quem de direito". Se o processo terminasse na Cruz, como explicaríamos o resto do ritual do santuário e o sangue espargido? Se Cristo fosse esse bode que leva as manchas após a purificação do santuário. Ele teria que ser ainda abandonado e morrer, isso sim significaria que afinal o seu primeiro sacrifício não foi suficiente! P.S.- Recomendo muito cuidado com as leituras. É bom selecionar bem e colocar de parte todas as teorias contraditórias, que acabam por confundir, nos pequenos detalhes. Um Abraço. |
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Identidade
Missionary Exchange and Personal Ministry
Intercâmbio Missionário & Ministério Pessoal
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Questions, Answers and Doubts About the Content Shown.
Dúvidas, Perguntas e Respostas Acerca dos Coonteúdos Apresentados.